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Resultados do Questionário sobre o Trabalho Remoto

 

                                                                                     

 

 

 

QUESTIONÁRIO

Avaliação sobre o trabalho remoto

em tempo de pandemia

 

Respostas tabuladas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Porto Alegre, 25 de maio de 2021.

 

Este relatório apresenta o resultado das respostas obtidas junto aos empregados da Fepam a partir do questionário que abordou o formato de trabalho que a Fundação vem adotando desde março de 2020.

Da totalidade de 322 empregados registrados 312 receberam o questionário, sendo que 61,53% (192) retornaram com as respostas, indicando uma significativa representatividade.

 

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A PREFERÊNCIA PELA NOVA MODALIDADE

 

 

O questionário revelou que entre os respondentes, 97,91% (188) trabalharam exclusivamente em casa 35,85% (67) ou na forma semipresencial 64,15% (121) nos últimos 13 meses.

E quando indagados como gostariam de seguir trabalhando, 156 empregados, ou 81,25% escolheram o formato semipresencial.  

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E entre aqueles que optaram pelo trabalho semipresencial 96 ou 61,34% gostariam de comparecer na sede apenas dois dias por semana. Outros 60 ou 38,46% preferiam estar na sede em um dia por semana.

 

 

UTILIZANDO EQUIPAMENTOS PRÓPRIOS

 

 

Para realizar o trabalho em casa, 77,60% (149) dos empregados utilizaram até agora exclusivamente equipamento próprio. Apenas 3,12% (6) dos empregados utilizaram somente equipamento da Fepam e outros 19,27% (37) se valeram de equipamentos da Fepam, somados também aos seus.

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E para cumprir suas tarefas, 52,60% dos respondentes tiveram que adquirir equipamentos. E mais de 84% deles afirmaram que não fosse o trabalho a ser realizado em casa, esta compra não seria necessária. Alguns, 12, deixaram de fazer a compra por falta de condições financeiras e outros 35 empregados tiveram que gastar com mudanças no mobiliário para adaptar a residência.

 

 

AUMENTO/REDUÇÃO NA DESPESA PESSOAL

 

 

Sobre despesas que recaíram sobre os empregados, 47,34% revelaram que houve aumento, sendo que 58,42% destes mencionaram elevação na conta de energia e outros 31,46% nas despesas com manutenção de equipamentos. Outros 10,12 % tiveram outras opções.

Outros colegas (67,70%) mencionaram que tiveram redução de despesa e apontaram a não necessidade do deslocamento como causa principal.

 

 

CARGA HORÁRIA E PRODUÇÃO

 

 

Quando indagados sobre eventual alteração na carga horária, 45,21% dos empregados mencionaram que trabalham além da sua carga. Este dado é corroborado também quando 175 empregados, ou 93,08%, revelaram que sua produção ou se manteve estável, 45,74% ou até aumentou, conforme 47,34%.

Mais de cem empregados que desempenham também atividades externas correspondendo a 75,16% consideraram que a modalidade semipresencial ou exclusivamente em casa em nada ou muito pouco prejudicou aquelas tarefas. No entanto, 37, ou 24,84% mencionaram que tais atividades foram muito prejudicadas.

 

 

SAÚDE E RELAÇÕES PESSOAIS

 

Quase 80 trabalhadores, ou 40,62%, revelaram que esta modalidade de trabalho em nada prejudicou sua saúde. E um número quase idêntico entendeu que sua saúde teve inclusive melhora ao trabalhar semipresencialmente ou exclusivamente em casa. E 29 ou 15,10% dos empregados registraram que tiveram a saúde piorada. Image removed.

Bem, chegamos ao final. Mais uma vez a ASFEPAM agradece a sua participação que muito ajudou a conhecer a percepção dos empregados sobre este novo cenário que nos é apresentado.

Estamos mantendo contato com nosso sindicato (SEMAPI) e ampliando as discussões sobre as implicações do trabalho semipresencial. Ficou evidente que os empregados da Fepam são simpáticos ao modelo.

Porém, chamamos a atenção especialmente para aqueles colegas mais “entusiasmados” de que ao ser proposto pela direção a aplicação da modalidade, de maneira regular, vários aspectos precisam ser debatidos e aprofundados.

Entendemos e não vemos problemas em o governo querer adotar o trabalho semipresencial. Ficou demonstrada a aprovação de uma expressiva maioria dos colegas. No entanto, queremos destacar que isso representa alterações no nosso contrato de trabalho, que não podem ser de cunho unilateral.

Temos muitas perguntas ainda a serem respondidas pelo nosso patrão e pedimos que a categoria reflita sobre isso para ajudar na discussão no momento oportuno, por exemplo:

- como será feito o controle da carga horária? Ou vamos trabalhar por tarefas?

- a Fepam fornecerá os equipamentos e garantirá a manutenção dos mesmos? 

- quando minha rede lógica sofrer pane impedindo minha conexão, como registro isso?

- horas extras desaparecerão?

- caso eu sofra um acidente no horário de trabalho, em casa, estaria caracterizado o acidente de trabalho?

- serei bonificado/recompensado pelos gastos com energia? E o mesmo com mobiliário adequado ergonomicamente?

- a questão da saúde que quase ninguém entendeu que pode ser prejudicial, pode surgir daqui dois ou três anos (LER, DORT, posição ergonômica).

 

Atenciosamente,

Diretoria da ASFEPAM – Gestão 2020/2021 

                                                                                     

 

 

 

QUESTIONÁRIO

Avaliação sobre o trabalho remoto

em tempo de pandemia

 

Respostas tabuladas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Porto Alegre, 25 de maio de 2021.

 

Este relatório apresenta o resultado das respostas obtidas junto aos empregados da Fepam a partir do questionário que abordou o formato de trabalho que a Fundação vem adotando desde março de 2020.

Da totalidade de 322 empregados registrados 312 receberam o questionário, sendo que 61,53% (192) retornaram com as respostas, indicando uma significativa representatividade.

 

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A PREFERÊNCIA PELA NOVA MODALIDADE

 

 

O questionário revelou que entre os respondentes, 97,91% (188) trabalharam exclusivamente em casa 35,85% (67) ou na forma semipresencial 64,15% (121) nos últimos 13 meses.

E quando indagados como gostariam de seguir trabalhando, 156 empregados, ou 81,25% escolheram o formato semipresencial.  

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E entre aqueles que optaram pelo trabalho semipresencial 96 ou 61,34% gostariam de comparecer na sede apenas dois dias por semana. Outros 60 ou 38,46% preferiam estar na sede em um dia por semana.

 

 

UTILIZANDO EQUIPAMENTOS PRÓPRIOS

 

 

Para realizar o trabalho em casa, 77,60% (149) dos empregados utilizaram até agora exclusivamente equipamento próprio. Apenas 3,12% (6) dos empregados utilizaram somente equipamento da Fepam e outros 19,27% (37) se valeram de equipamentos da Fepam, somados também aos seus.

Image removed.

E para cumprir suas tarefas, 52,60% dos respondentes tiveram que adquirir equipamentos. E mais de 84% deles afirmaram que não fosse o trabalho a ser realizado em casa, esta compra não seria necessária. Alguns, 12, deixaram de fazer a compra por falta de condições financeiras e outros 35 empregados tiveram que gastar com mudanças no mobiliário para adaptar a residência.

 

 

AUMENTO/REDUÇÃO NA DESPESA PESSOAL

 

 

Sobre despesas que recaíram sobre os empregados, 47,34% revelaram que houve aumento, sendo que 58,42% destes mencionaram elevação na conta de energia e outros 31,46% nas despesas com manutenção de equipamentos. Outros 10,12 % tiveram outras opções.

Outros colegas (67,70%) mencionaram que tiveram redução de despesa e apontaram a não necessidade do deslocamento como causa principal.

 

 

CARGA HORÁRIA E PRODUÇÃO

 

 

Quando indagados sobre eventual alteração na carga horária, 45,21% dos empregados mencionaram que trabalham além da sua carga. Este dado é corroborado também quando 175 empregados, ou 93,08%, revelaram que sua produção ou se manteve estável, 45,74% ou até aumentou, conforme 47,34%.

Mais de cem empregados que desempenham também atividades externas correspondendo a 75,16% consideraram que a modalidade semipresencial ou exclusivamente em casa em nada ou muito pouco prejudicou aquelas tarefas. No entanto, 37, ou 24,84% mencionaram que tais atividades foram muito prejudicadas.

 

 

SAÚDE E RELAÇÕES PESSOAIS

 

Quase 80 trabalhadores, ou 40,62%, revelaram que esta modalidade de trabalho em nada prejudicou sua saúde. E um número quase idêntico entendeu que sua saúde teve inclusive melhora ao trabalhar semipresencialmente ou exclusivamente em casa. E 29 ou 15,10% dos empregados registraram que tiveram a saúde piorada. Image removed.

Bem, chegamos ao final. Mais uma vez a ASFEPAM agradece a sua participação que muito ajudou a conhecer a percepção dos empregados sobre este novo cenário que nos é apresentado.

Estamos mantendo contato com nosso sindicato (SEMAPI) e ampliando as discussões sobre as implicações do trabalho semipresencial. Ficou evidente que os empregados da Fepam são simpáticos ao modelo.

Porém, chamamos a atenção especialmente para aqueles colegas mais “entusiasmados” de que ao ser proposto pela direção a aplicação da modalidade, de maneira regular, vários aspectos precisam ser debatidos e aprofundados.

Entendemos e não vemos problemas em o governo querer adotar o trabalho semipresencial. Ficou demonstrada a aprovação de uma expressiva maioria dos colegas. No entanto, queremos destacar que isso representa alterações no nosso contrato de trabalho, que não podem ser de cunho unilateral.

Temos muitas perguntas ainda a serem respondidas pelo nosso patrão e pedimos que a categoria reflita sobre isso para ajudar na discussão no momento oportuno, por exemplo:

- como será feito o controle da carga horária? Ou vamos trabalhar por tarefas?

- a Fepam fornecerá os equipamentos e garantirá a manutenção dos mesmos? 

- quando minha rede lógica sofrer pane impedindo minha conexão, como registro isso?

- horas extras desaparecerão?

- caso eu sofra um acidente no horário de trabalho, em casa, estaria caracterizado o acidente de trabalho?

- serei bonificado/recompensado pelos gastos com energia? E o mesmo com mobiliário adequado ergonomicamente?

- a questão da saúde que quase ninguém entendeu que pode ser prejudicial, pode surgir daqui dois ou três anos (LER, DORT, posição ergonômica).

 

Atenciosamente,

Diretoria da ASFEPAM – Gestão 2020/2021